Ao longo dos anos, o Frenesim tem andado pelo mundo a conhecer, ouvir e trabalhar com várias comunidades de todos os estilos e feitios.Trabalhamos para aproximar a arte de cada pessoa, cada pessoa da sua comunidade e cada comunidade do seu território - num movimento de apropriação e democratização da cultura, onde o processo e o resultado final partilham um compromisso não limitador. Os projetos são desenhados para e com as comunidades, irrepetíveis e únicos.
CHINFRIM, 2026
Concerto-Espetáculo para o Matadouro
→ Cultura em Expansão
O Frenesim ocupa o Matadouro do Porto, onde a memória industrial confronta a construção de uma nova centralidade cultural. O público percorre o espaço segundo trajetos inspirados na circulação do gado para abate, numa inversão simbólica da função original do edifício: onde antes existiam mecanismos de processamento e despersonalização, procura-se agora produzir presença, escuta e participação coletiva.
A distinção entre coro e espectadores dissolve-se progressivamente, integrando o público numa voz comum em permanente negociação. Mais do que dispositivo musical, o coro afirma-se como exercício político e experiência de coexistência: um espaço temporário onde diferentes corpos, timbres, línguas e subjetividades se articulam num mesmo gesto coletivo.
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Direção Artística - Rita Campos Costa
Direção Musical - Zé Figueiredo
Apoio à Criação e Conceção Visual - Marta Loureiro
Direção e Adaptação de textos - Rita Campos Costa em co-criação com coro
Composição, arranjos e adaptação musical - Zé Figueiredo, Rita Campos Costa e Miguel Ramos
Vozes - Coro Frenesim
Eletrónica e Guitarra Elétrica - Zé Figueiredo
Guitarra Acústica, Baixo Elétrico e Voz - Miguel Ramos
Desenho e Operação de Som - Tiago Ralha Fotografias - Ana Luísa Pinto
Produção Frenesim - Marta Loureiro
Um projeto Frenesim
MARÉ ALTA, 2025
Coro Comunitário a partir da obra de Sérgio Godinho
→ Bibliotecas Municipais do Porto + Feira do Livro
Num concerto feito em co-criação para um grande coro e eletrónica, a massa sonora é palavra-manifesto de boca em boca, onde as palavras escritas por Sérgio Godinho voltam a ganhar força e ganham novas palavras de quem hoje vive e pede que a liberdade continue a passar por aqui.
Numa residência de uma semana, uma multidão de todas as idades aprende a cantar, construindo um concerto de voz de homenagem aos cantautores portuenses, onde não só as vozes de cada um são importantes, como o que têm para dizer será palavra-manifesto.
Direção artística e coral: Rita Campos Costa
Direção musical, arranjos, guitarra e eletrónica: Zé Figueiredo
Músico convidado: Miguel Ramos
No vídeo, letras: Sérgio Godinho e Capicua
No vídeo, ilustração: Mariana, a miserável
Vídeo: Bruno Carreira
Um convite das Bibliotecas Municipais do Porto

SE EU NÃO SUSPIRASSE JÁ TINHA MORRIDO, 2025
Coro comunitário com a comunidade da Rede Social de Esposende
→ Auditório Municipal de Esposende
O palco torna-se uma sala de estar, uma mesa, à volta da qual se partilham histórias e memórias. Usamos a voz cantada, o vídeo e as memórias para nos tornarmos presentes, para dar lugar, para nos reencontrarmos e nos conseguirmos ver melhor.
Este é o culminar de um processo de trabalho do Frenesim com 12 instituições da Rede Social de Esposende, desenvolvido ao longo dos últimos 14 meses.
Neste espetáculo "a vida enterra a morte", e resistimos à passagem do tempo com suspiros pelo que ainda se deseja que chegue. Juntos e com fôlego cantamos: ainda estou aqui.

Direção Artística: Rita Campos Costa
Direção Musical, composição e guitarra elétrica: Zé Figueiredo
Flauta transversal: Teresa Costa
Percursões e cavaquinho: Sara Yasmine
Apoio à Criação: Marta Loureiro
Comunidade em co-criação: 12 IPSSs da Rede Social de Esposende
Comunidade Residente: Coro do Frenesim
Acompanhamento das comunidades e apoio ao projeto: Patrícia Sousa e Cristiana Domingues
Apoio à técnica do espetáculo: Inês Luzio
Videógrafo: Bruno Carreira
SABER IR AO FUNDO, 2024
Espetáculo para famílias
→ Teatro Constantino Nery, Casa da Música Jorge Peixinho, Theatro Circo, Biblioteca
Municipal Almeida Garrett
“Saber ir ao fundo” é um espetáculo para famílias, adultos e crianças, onde som, imagem e cena se fundem, numa composição para eletrónica, voz cantada e desenho em transformação ao vivo do espaço cénico, deixando-se mergulhar nas grandes questões que nos assolam desde pequeninos, algumas das quais ainda sem resposta: Como se vai ao fundo? O que há lá no fundo? O que há no fim do mundo? O que é o fim? E porque é que as coisas boas chegam sempre ao fim?

Direção Artística: Rita Campos Costa
Criação: Marta Loureiro, Miguel Ramos, Rita Campos Costa, Zé Figueiredo
Interpretação: Miguel Ramos, Rita Campos Costa, Zé Figueiredo
Música Original: Miguel Ramos, Rita Campos Costa, Zé Figueiredo
Textos: Rita Campos Costa em co-criação
Sonoplastia e Desenho Sonoro: Zé Figueiredo
Desenho de espaço cénico, Objetos de cena e Figurinos: Marta Loureiro
Apoio à criação e à encenação: Nuno Preto
Olhar externo: Mariana Figueroa
Desenho de projeto: Frenesim
Desenho de Luz: Afonso Ferreira Lemos
Direção Técnica: Zé Figueiredo
Comunicação: Marta Loureiro
Fotografias: Ana Luísa Pinto
Vídeos: Melanie Beier
ALMOÇO DE FAMÍLIA, 2024
Projeto Comunitário com adultos com multideficiência
→ Ateneu Comercial do Porto
Comemos com os ouvidos,
sentamo-nos no garfo, brincamos com as costas direitas e pedimos licença de boca fechada.
Durante 4 meses, partimos da comunidade Somos Nós, dos seus talentos e interesses particulares, para construir uma ementa nova, um espetáculo desenhado à medida de cada um e do grupo. Juntos, criamos uma refeição feita de sons, poemas, ideias, medos, desejos, experiências partilhadas e irrepetíveis — para alimentar a cabeça e o coração.
Testadas as receitas e ensaiados os artistas, convidámos a cidade para se sentarem à mesa connosco e provar deste caldo.

Direção Artística - Rita Campos Costa
Direção Musical e Composição- Zé Figueiredo
Concepção do Projeto - Marta Loureiro
Apoio à Dramaturgia e Pensamento Artístico- Inês Luzio
Comunidade em co-criação - Somos Nós
Comunidade Residente - Coro Frenesim